Inventário de GEE São Paulo 1990-2008

A CETESB/SMA anuncia o processo de consulta pública do 1º Inventário Estadual de Gases de Efeito Estufa do Estado de São Paulo, iniciativa inédita no Brasil de elaboração de um amplo e detalhado diagnóstico das emissões de gases de efeito estufa do Estado de São Paulo no período 1990-2008.

Desenvolvido sob a responsabilidade do Programa de Mudanças Climáticas do Estado de São Paulo – PROCLIMA da CETESB, o documento adota o mesmo método recomendado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas).

Seguindo a classificação utilizada pelo IPCC, o Inventário foi classificado em cinco grandes setores, de acordo com a origem das emissões: energia; processos industriais; uso da terra, mudança no uso da terra e florestas; agropecuária e resíduos.

Ficarão abertos à consulta pública até novembro!

Espera-se com isso que especialistas no tema contribuam com correções, críticas, observações pertinentes e sugestões de aprimoramento.

Confira: artigo completo com relatórios diponíveis em pdf

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Um comentário sobre “Inventário de GEE São Paulo 1990-2008

  1. Como já informei, numa postagem anterior, eu fiz um forno hermético, em formato esférico, com a parte superior em vidro refratário transparente, para deixar entrar a luz e reter o calor, fazendo uma estufa, e o hemisfério inferior de ferro (que armazena bastante calor), com uma malha interna de pedaços hexagonais de espelhos (pois o espelho de vidro reflete a luz melhor que metais polidos, inclusive aço inox ou prata – alem de ser bem menos custoso). O conjunto se fixava sobre um tripé, que continha dois níveis de bolha, perpendiculares, para possibilitar um nivelamento correto, e uma quilha em arco, graduada, para garantir a inclinação corrreta, no sentido Leste-Oeste. O anel Horizontal, na borda do conjunto, também tem uma graduação, para fazer a orientação vertical, acompanhando o giro do Sol, e um eixo, no sentido Norte-Sul, que permite a inclinação lateral, para acompanhar o caminho solar. O sistema tri-dimensional de orientação (Fi, Kappa e Ômega), é acionado pelo mecanismo de um relógio mecânico, fixo à base, permitindo o efeito “girassol”. A grade central, de ferro, é apoiada numa haste ligada diretamente ao tripé, e suporta a panela ou recipiente no qual ficará o alimento. O hemistério superior é de vidro transparente, refratário, que permite uma grande entrada de luz, acumulando bastante calor no interior. O sistema é quase totalmente hermético, com apenas um pequeno suspiro valvulado, para evitar que o ar quente, no interior do fogão, se dilate e rompa o vidro. Não foi tão caro, e funcionou perfeitamente, até o dia em que o deixei no quintal, depois de uma bela churrascada e, de manhã, tinha sido furtado! OBS.: Se quiser fazer um semelhante, vai uma dica: Procure uma tabela das declinaçãos Magnética e Solar da sua região, pela latitude e longitude, com o calendário de rota do Sol na sua área, para o máximo aproveitamento da energia. Essa tabela pode ser encontrada no IBGE, na COCAR (Confederação de Cartografia) ou numa unidade do Serviço Geográfico do Exército da sua região.
    Dê-me notícia do seu sucesso.
    P.S.: Em 1975/76, fiz um fogão solar, mais rústico, que funcionou satisfartoriamente. Naquela época eu residia em Porto Velho/RO. Em 1986, em Brasilia, fiz outro, maior, e fixo. Em Sobradinho/DF. Todos funcionaram, mas o de Fortaleza (que descrevi acima), foi muito melhor.

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